para alguém que nunca deixou de acreditar nos meus sonhos
ainda que eu mesma ~ às vezes ~ tenha deixado de acreditar
veja aqui
Monday, October 12, 2009
Wednesday, September 23, 2009
quando eu quis acordar em outra vida
às vezes tenho vontade de sumir no mundo
desistir de tudo
dormir e acordar
em outra vida
ser outra pessoa
esquecer as minhas fraquezas
os meus defeitos
e tudo o que é mal-acabado e imperfeito em mim
gostaria de acordar outra pessoa
que sabe como ser menos exigente
mais compreensiva
menos rancorosa
mais prestativa
que consegue se colocar e realmente entender o outro
que saiba ter compaixão e piedade verdadeiras
aquelas que vêm do fundo do coração
e não esperam nada em troca
queria dormir e acordar outra
e esquecer minhas mazelas
meus medos
minhas inseguranças
queria acordar alguém melhor
mas aí então você me diria
que talvez eu não desse valor algum
pra todas essas conquistas
que hoje parecem tão distantes e longínquas
e amanhã estariam tão incorporadas
e seriam tão naturais para mim
que eu mal as perceberia
e é verdade.
eu não acredito em conquistas sem merecimento
na verdade não me falam muito
no fundo sei que de nada valem.
mas ~ oh! ~ como é difícil olhar no espelho
e saber que tudo aquilo que me machuca a mim mesma
é o que eu sou
e longo será o caminho até que eu possa ser alguém melhor.
mas assim é a vida, não é mesmo?
eu escrevo
porque escrevendo
talvez eu me redima
~ nem que seja um pingo ~
porque escrevendo
eu me entendo melhor
porque escrevendo
talvez possa ser o começo do caminho para me tornar alguém
menos imperfeito, menos amargurado, menos ressentido
e entender ~ mas eu digo finalmente entender ~
que os outros ~ no fundo ~ não fazem nada com má intenção.
desistir de tudo
dormir e acordar
em outra vida
ser outra pessoa
esquecer as minhas fraquezas
os meus defeitos
e tudo o que é mal-acabado e imperfeito em mim
gostaria de acordar outra pessoa
que sabe como ser menos exigente
mais compreensiva
menos rancorosa
mais prestativa
que consegue se colocar e realmente entender o outro
que saiba ter compaixão e piedade verdadeiras
aquelas que vêm do fundo do coração
e não esperam nada em troca
queria dormir e acordar outra
e esquecer minhas mazelas
meus medos
minhas inseguranças
queria acordar alguém melhor
mas aí então você me diria
que talvez eu não desse valor algum
pra todas essas conquistas
que hoje parecem tão distantes e longínquas
e amanhã estariam tão incorporadas
e seriam tão naturais para mim
que eu mal as perceberia
e é verdade.
eu não acredito em conquistas sem merecimento
na verdade não me falam muito
no fundo sei que de nada valem.
mas ~ oh! ~ como é difícil olhar no espelho
e saber que tudo aquilo que me machuca a mim mesma
é o que eu sou
e longo será o caminho até que eu possa ser alguém melhor.
mas assim é a vida, não é mesmo?
eu escrevo
porque escrevendo
talvez eu me redima
~ nem que seja um pingo ~
porque escrevendo
eu me entendo melhor
porque escrevendo
talvez possa ser o começo do caminho para me tornar alguém
menos imperfeito, menos amargurado, menos ressentido
e entender ~ mas eu digo finalmente entender ~
que os outros ~ no fundo ~ não fazem nada com má intenção.
Tuesday, September 15, 2009
Monday, August 10, 2009
[escriba] menina tagarela
ontem eu tava tagarela...
escrevi
para meu pai
o lindo das laranjas, bolo ou poesia?
e ainda uma poesia do quotidiano
escrevi
para meu pai
o lindo das laranjas, bolo ou poesia?
e ainda uma poesia do quotidiano
Friday, August 07, 2009
Saturday, August 01, 2009
{diario} le renard
davizito, tudo o que vivemos, sentimos, passamos, tudo vale a pena.
a distância dói e lancina. e machuca e sangra.
mas, se de tudo o que se viveu, ainda restarem as boas lembranças, ao menos um pouco terá valido a pena.
e sempre haverá o amanhã, cheio de possibilidades.
a vida é encantada.
acho esse trecho de "o pequeno príncipe" especialmente tocante. ele fala muito pra mim e de mim. e achei que você gostaria de ler - quiçá ouvir - e mergulhar nele. quis dividir com você.
um beijo, miki


O Pequeno Príncipe, Capítulo XXI
Foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia – disse a raposa.
- Bom dia – respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui – disse a voz – debaixo da macieira...
- Quem és tu? – perguntou o principezinho. – Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa – disse a raposa.
- Vem brincar comigo – propôs o principezinho. – Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. – Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa – disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer “cativar”?
- Tu não és daqui – disse a raposa. – Que procuras?
- Procuro os homens – disse o principezinho. – Que quer dizer “cativar”?
- Os homens – disse a raposa – têm fuzis e caçam. É bem opressor! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?
- Não – disse o principezinho. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
- É uma coisa muito esquecida – disse a raposa. – Significa “criar laços...”
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender – disse o principezinho. – Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível – disse a raposa. – Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra – disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito – suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! – disse ela.
- Bem quisera – disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente. – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto dos olhos e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatro horas da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? – perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também – disse a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua – disse o principezinho – eu não te queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis – disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! – disse o principezinho.
- Vou – disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro – disse a raposa – por causa da cor do trigo. Depois ela acrescentou:
- Vai ver as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias – disse ele ainda. – Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus... – disse ele...
- Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
- O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade – disse a raposa. – Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
crédito
excerto de "o pequeno príncipe de antoine de saint-exupéry"
ilustração de miki w. sobre ilustração primeira de saint-exupéry
dedicatória para davizito
=======================================================
Este post tem a intenção de disseminar o trabalho de Saint-Exupéry. Todos os direitos de imagem são reservados aos seus respectivos proprietários.
a distância dói e lancina. e machuca e sangra.
mas, se de tudo o que se viveu, ainda restarem as boas lembranças, ao menos um pouco terá valido a pena.
e sempre haverá o amanhã, cheio de possibilidades.
a vida é encantada.
acho esse trecho de "o pequeno príncipe" especialmente tocante. ele fala muito pra mim e de mim. e achei que você gostaria de ler - quiçá ouvir - e mergulhar nele. quis dividir com você.
um beijo, miki
O Pequeno Príncipe, Capítulo XXI
Foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia – disse a raposa.
- Bom dia – respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui – disse a voz – debaixo da macieira...
- Quem és tu? – perguntou o principezinho. – Tu és bem bonita...
- Sou uma raposa – disse a raposa.
- Vem brincar comigo – propôs o principezinho. – Estou tão triste...
- Eu não posso brincar contigo – disse a raposa. – Não me cativaram ainda.
- Ah! desculpa – disse o principezinho.
Após uma reflexão, acrescentou:
- Que quer dizer “cativar”?
- Tu não és daqui – disse a raposa. – Que procuras?
- Procuro os homens – disse o principezinho. – Que quer dizer “cativar”?
- Os homens – disse a raposa – têm fuzis e caçam. É bem opressor! Criam galinhas também. É a única coisa interessante que eles fazem. Tu procuras galinhas?
- Não – disse o principezinho. – Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
- É uma coisa muito esquecida – disse a raposa. – Significa “criar laços...”
- Criar laços?
- Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...
- Começo a compreender – disse o principezinho. – Existe uma flor... eu creio que ela me cativou...
- É possível – disse a raposa. – Vê-se tanta coisa na Terra...
- Oh! não foi na Terra – disse o principezinho.
A raposa pareceu intrigada:
- Num outro planeta?
- Sim.
- Há caçadores nesse planeta?
- Não.
- Que bom! E galinhas?
- Também não.
- Nada é perfeito – suspirou a raposa.
Mas a raposa voltou à sua idéia.
- Minha vida é monótona. Eu caço as galinhas e os homens me caçam. Todas as galinhas se parecem e todos os homens se parecem também. E por isso eu me aborreço um pouco. Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor... cativa-me! – disse ela.
- Bem quisera – disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou – disse a raposa. – Os homens não têm mais tempo de conhecer coisa alguma. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? – perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente. – respondeu a raposa. – Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto dos olhos e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto...
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora – disse a raposa. – Se tu vens, por exemplo, às quatro horas da tarde, desde às três eu começarei a ser feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos.
- Que é um rito? – perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também – disse a raposa. – É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas. Os meus caçadores, por exemplo, possuem um rito. Dançam na quinta-feira com as moças da aldeia. A quinta-feira então é o dia maravilhoso! Vou passear até a vinha. Se os caçadores dançassem em qualquer dia, os dias seriam todos iguais, e eu não teria férias!
Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ah! Eu vou chorar.
- A culpa é tua – disse o principezinho – eu não te queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse...
- Quis – disse a raposa.
- Mas tu vais chorar! – disse o principezinho.
- Vou – disse a raposa.
- Então, não sais lucrando nada!
- Eu lucro – disse a raposa – por causa da cor do trigo. Depois ela acrescentou:
- Vai ver as rosas. Tu compreenderás que a tua é a única no mundo. Tu voltarás para me dizer adeus, e eu te farei presente de um segredo.
O pequeno príncipe foi rever as rosas:
- Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas eu fiz dela um amigo. Ela é agora única no mundo.
E as rosas estavam desapontadas.
- Sois belas, mas vazias – disse ele ainda. – Não se pode morrer por vós. Minha rosa, sem dúvida um transeunte qualquer pensaria que se parece convosco. Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi nela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.
E voltou, então, à raposa:
- Adeus... – disse ele...
- Adeus – disse a raposa. – Eis o meu segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.
- O essencial é invisível aos olhos – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade – disse a raposa. – Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... – repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
crédito
excerto de "o pequeno príncipe de antoine de saint-exupéry"
ilustração de miki w. sobre ilustração primeira de saint-exupéry
dedicatória para davizito
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Este post tem a intenção de disseminar o trabalho de Saint-Exupéry. Todos os direitos de imagem são reservados aos seus respectivos proprietários.
Friday, July 31, 2009
{diario} tu me acostumbraste
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